Agência A4 realiza cobertura diária

A equipe da A4 – Agência Experimental de Comunicação esteve presente em todos os dias de Feira do Livro. A Agência, que integra o curso de Comunicação Social da Universidade de Santa Cruz do Sul, nos últimos anos vem fazendo a cobertura do evento, tanto antes, como durante, e depois; e a elaboração de uma edição especial do Unicom, o jornal experimental do Curso.

Além do núcleo de Jornalismo da Agência, a turma das habilitações de Produção em Mídia Audiovisual, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas auxiliou nas produções. A rádio do Curso, Rádio A4, também pode contar com informações: três acadêmicos de Jornalismo produziram boletins ao vivo direto da Praça.

Na 26ª edição da Feira, os estudantes de Jornalismo que trabalharam foram:

Angelita Borges, Andressa Bandeira, Caroline Pieczarka, Daiana Carpes, Cristiane Lautert, Eduarda Pavanatto, Eduardo Finkler, Frederico Silva, Guilherme Graeff, João Pedro Kist, Júlia Beling, Luiza Adorna, Marcel Lovato, Martina Scherer, Mônica da Cruz, Paula Turcatto, Stephanie Severo, Thiene Hermes e Viviane Fetzer.

E a coordenação dos trabalhos foi do professor Hélio Afonso Etges.

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Fotos: Ana Grasel, Andressa Bandeira, Frederico Silva, Marcel Lovato, Martina Scherer e Viviane Fetzer

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Unisc Notícias terá edição especial sobre a Feira

Apesar de ter terminado, a 26ª Feira do Livro de Santa Cruz do Sul ainda está dando trabalho. Durante todos os dias, a equipe da Unisc TV esteve na praça Getúlio Vargas gravando boletins e matérias. Hoje, mesmo com chuva, o dia foi reservado para preparar a edição especial do Unisc Notícias, sobre a cobertura especial da Feira.

O programa  vai ao ar nesta segunda-feira, 16, às 18h30min, e terá uma hora de duração, com matérias produzidas durante o evento. Além do Canal 15, da Net, estará disponível, também, no canal da Unisc TV no Youtube. Lá você também poderá conferir as edições especiais dos quadros Você aqui e TV Arte, gravados na Feira.

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Fotos: Andressa Bandeira

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Uma edição memorável

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Mesmo com chuva, público se manteve presente no último dia

A 26ª edição da Feira do Livro de Santa Cruz do Sul acabou hoje. Situada no coração da cidade, na praça Getúlio Vargas, ela resistiu até o final, mas a chuva, inimiga implacável, apareceu 3 horas antes de seu encerramento. O fato de São Pedro ter colaborado com o evento, já mostra que esta de fato foi uma edição diferenciada. Os números ilustram isso: nunca tantos livros foram vendidos. Entre os 25.600 exemplares vendidos, os mais procurados foram Diário de um banana, Jango e A Culpa é das estrelas.

Nos 10 dias de Feira, algo até então inédito, 41 escritores fizeram-se presentes. Muitos deles lançaram livros, como foi o caso de Ricardo Düren, Mauro Klafke, Mauro Ulrich e Juremir Machado da Silva. Houve a presença de figuras conhecidas do grande público como o bem-humorado Iotti, desfrutou-se do conhecimento de Annonymus Gourmet e seu neto Alarico e, ainda, Laura Miller tratou de tirar dúvidas do público sobre sexualidade na terça, 10, além da simpatia do patrono mineiro Affonso Romano de Sant’Anna e sua esposa, também escritora, Marina Colasanti.

Houve literatura e escritores para todo o tipos de público, fosse infantil, juvenil ou adulto. Pela primeira vez, os quadrinistas e fãs de HQ reuniram-se para debater esta arte tão nobre. Evento este que, para a gerente do Sesc, Roberta Pereira, foi bem recebido pelo público. “Estamos muito felizes com a adesão das pessoas nas programações. Algumas até bem diferentes que propusemos este ano”. Ela ressalta que a soma de elementos como o bom tempo ajudou a ter números tão expressivos. Segundo a organização, cerca de 45 mil pessoas visitaram a praça Getúlio Vargas.

Roberta considera que o dever foi cumprido. Para ela, a combinação de boas atrações e um tempo estável colaborou para que houvesse um número maior de pessoas circulando pela feira. ”Estamos muito felizes. Montamos uma grande programação e o tempo colaborou, algo decisivo para um evento que acontece ao ar livre”.  A gerente do Sesc ressaltou a parceria com a Unisc que se ampliou neste ano com a inclusão de outros cursos na programação. A leitura se tornou sinônimo de amor, conhecimento e dedicação. Se a missão era formar novos leitores e deixá-los apaixonados, como sugere o tema “Ler apaixona”, esta pode ser considerada cumprida.

As responsáveis pela organização, Janine Pfaffenzeller e Roberta Pereira

As responsáveis pela organização, Janine Pfaffenzeller e Roberta Pereira

A 26ª Feira do Livro de Santa Cruz do Sul em números, segundo dados do Sesc:

Público estimado: 45.000

Livros vendidos: 25.600

41 escritores presentes

40 sessões de Hora do Conto

22 lançamentos de livros

18 Encontros com o autor

18 atividades paralelas

7 sessões de espetáculos teatrais

5 shows musicais

1 exposição de de Artes Visuais

Fotos: Daiana Carpes e Martina Scherer

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“O céu está derramando lágrimas de felicidade”

daiana-carpes-8A mistura do rock, com o clássico e o erudito marcou o encerramento da 26ª Feira do Livro de Santa Cruz do Sul. Para fechar o evento, a Orquestra da  Unisc dividiu o palco, montado na Praça, com os músicos Eliseu Lopes, Killy Freitas, Silvio Marmitt, Renato Sberb e Astor Rocha, que eternizaram 15 clássicos do rock, como We are the champions (Queen), Another brich in the wall (Pink Floyd), Sunday bloody sunday (U2), Infinita Highway (Engenheiros do Hawaii), Metamorfose ambulante (Raul Seixas), Será (Legião Urbana), entre outras.

Mesmo com a chuva caindo, o público acompanhava as canções cantando, batendo palmas e arriscando alguns passinhos de dança. No intervalo entre duas músicas, o maestro da orquestra, Leandro Schaeffer, disse “o céu está derramando lágrimas de felicidade”.

Conforme Roberta Pereira, gerente do Sesc de Santa Cruz do Sul, a ideia de juntar a orquestra com músicos de rock é muito interessante: “a orquestra está trabalhando com um repertório bastante popular com arranjos de qualidade. Já assisti essa união outras vezes e foi incrível”. Compartilha da mesma opinião de Roberta o professor universitário Felipe Gustsack. “Ideia interessante de reunir dois gêneros musicais no mesmo palco. A orquestra se torna mais visível apresentando-se na Feira, pois normalmente relacionamos a orquestra com auditórios, músicas clássicas”, comenta.

Juliana Rohrs, musicista da orquestra, explica que a apresentação teve um enfoque diferente. O maestro classifica o espetáculo como uma fusão com muita energia positiva. E o músico Astor Rocha, convidado para a ocasião, sugere a união da orquestra com outros gêneros musicais como, por exemplo, o folclore.

Além da leitura, a música também apaixona. Ela uniu muitas pessoas, mesmo com frio e chuva, ao fim da Feira do Livro. Sobre esta forma de amor, você pode conferir uma matéria especial, produzida pela Agência A4, com o músico Astor Rocha, aqui.

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Fotos: Daiana Carpes e Martina Scherer

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Teatro em miniatura diverte público

Pela primeira vez na Feira do Livro de Santa Cruz do Sul, o artista solo Rudinei Morales apresentou-se na tarde deste domingo, 15. O espetáculo O Teatro de Caixa atraiu pais e crianças que estavam na Praça Getúlio Vargas, aproveitando o último dia da Feira. O personagem Valentin, junto com seu teatro em miniatura, cativou não só os pequenos, mas também os adultos.

Graduado em Administração, Morales formou-se posteriormente pela Escola de Atores do Depósito de Teatro, em Porto Alegre. Segundo ele, o teatro surgiu por acaso.  “Fui convidar um grupo de teatro para fazer uma intervenção em uma atividade que eu estava preparando e acabei fazendo oficina. Fui me envolvendo até que eu tivesse uma profissão paralela. O teatro era uma coisa paralela, que acontecia nas horas vagas. Eu tinha um emprego em outra área até que  houve um momento em que decidi que a vida estava terminando, o tempo estava passando e eu tinha que fazer aquilo  que eu gostava com dedicação”, conta. Desde 2007, o teatro é sua profissão e fonte de renda.

O cenógrafo ainda possui outro trabalho solo e um em conjunto com Rodrigo Shalako, chamado Os Mensageiros. O ator fez parte de uma companhia de bonecos até o final de 2010. “No final de 2010, em outro momento de transformação, decidi que eu deixaria de fazer o serviço para os outros e tiraria da gaveta todas as ideias que eu tinha guardado há muitos anos. Esse espetáculo era uma das ideias”. Em 2011, estreou O Teatro de Caixa, com uma grande equipe técnica envolvida na produção.

Além do evento literário, participa de Festivais de Bonecos e Mostras de Teatro de rua. “Existe um movimento de pequenos festivais de miniaturas que estão começando a acontecer no Brasil. Agora, em Belo Horizonte, irá acontecer um Festival Internacional de miniaturas e a gente vai levar esse espetáculo para lá”, destaca.

O show já percorreu o interior do Rio Grande do Sul.  Fora do estado, já esteve em Santa Catarina e viaja na próxima semana para São Paulo e Belo Horizonte. “Levou um tempo para o trabalho entrar no circuito, não um circuito oficial, mas sim de festivais e feiras que acontecem todo ano. Sobre a apresentação ao ar livre, o artista destaca: “Não preciso depender de palco de teatro ou técnico de luz. O teatro na rua proporciona uma flexibilidade muito maior”.

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Fotos: Frederico Silva

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Fotografias e versos reunidos em livro

Na tarde deste domingo de encerramento de Feira do Livro, Daniela Damaris, Mauro Ulrich, Lula Helfer e Romar Beling lançaram o livro Trinta e Seis: fotos com poesia. O título do livro, como diz, reúne poesias e fotografias. A obra começou a partir da amizade entre Ulrich e Helfer. Após ver o acervo pessoal do amigo, Ulrich resolveu fazer algo com aquelas fotos. Primeiramente aconteceram as exposições e, então, a ideia se concretizou e transformou-se em livro. Confira a entrevista com Mauro Ulrich.

Obra reúne fotografias do arquivo pessoal de Lula Helfer

Obra reúne fotografias do arquivo pessoal de Lula Helfer

Frederico Silva: Como surgiu a ideia do livro?

Mauro Ulrich: Eu trabalho com o Lula Helfer há muito tempo.  Essa parceria profissional se estendeu além do jornal. E em uma dessas jantas que fizemos na casa de um ou outro, ele me abriu seu arquivo fotográfico. No momento em que olhei aquelas fotos, logo pensei:”poxa, isso não pode ficar restrito a um arquivo pessoal”.  Surgiu uma ideia de promover a exposição das fotos e junto com elas, lancei o desafio para o Romar  (Beling) e a Daniela (Damaris) que fizessem seis versos inspirados em cada uma das trinta imagens. A partir daí as coisas foram acontecendo naturalmente. Expusemos na Casa de Artes Regina Simonis, agora estão em exposição no Centro Cultural Erico Verissimo, em Porto Alegre. Dentro disso, surgiu a ideia de publicar. Tudo é fruto de uma grande amizade, da necessidade de expressão através da imagem e palavra escrita.

F.S.: São 30 fotos e 6 poemas de cada (Romar Beling, Daniela Damaris e Mauro Ulrich). Há um motivo especial para o número e, também, para o título?

M.U.: Com relação ao título sim, mas, como expusemos na Casa das Artes, limitou-se ao número 30, embora o acervo  seja muito mais amplo que isso. A dificuldade foi selecionar e ficar entre essas 30 fotos. Ficou trinta e seis por causa das 30 fotos e seis versos. O nome é sempre algo muito complicado e também fundamental. O Romar nos sugeriu ‘trinta e seis’ e ficou este.

F.S.: Como foi a seleção de poemas e fotos? Há uma temática que envolve todas as fotos e poemas?

M.U.: A seleção das fotos ficou por conta do Lula Helfer. Não existe uma temática em comum. Ele selecionou aquelas fotos que gosta mais e o desafio proposto ao Romar e à Daniela de fazer seis versos a partir das imagens. Isso foi feito de maneira individual e o legal foi a janta de junção que fizemos. Acabamos percebendo que, de certa forma, há uma conexão entre os poemas. Claro que o fio é a imagem. Então, penso que ficou um trabalho bem interessante.

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Mauro Ulrich, Lula Helfer, Daniela Damaris e Romar Beling: um livro feito a oito mãos

Fotos: Caroline Pieczarka e Frederico Silva

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Obras em outros idiomas estão à venda na Feira

Livros em inglês e espanhol estão à venda nos estandes da 26ª Feira do Livro de Santa do Sul. Entre as obras em inglês encontra-se Beliefs, Attitudes, and Human Affairs (R$ 5,00), do norte-americano Daryl J. Bem. Em espanhol, o interessado poderá verificar o livro Una Educacion Entre dos Imperios y la Educacion de Adultos (R$ 5,00), de Manuel Luis Escamilla. Também em espanhol está disponível o livro Investigaión Evaluativa (R$ 5,00), de Carol H. Weiss.

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Livros para estrangeiros e bilíngues

Foto: João Pedro Kist

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Livros impressos no exterior?

Fonini: "o mercado editorial do país está em alta"  Foto: Daiana Carpes

Fonini: “o mercado editorial do país está em alta”

Você já pensou onde os livros que você leva para casa são impressos? A reportagem da Agência A4 fez um levantamento de países em que foram impressas algumas das obras disponíveis na Feira do Livro e encontrou gráficas da China, Índia, Espanha, Cingapura e Malásia.

A grande maioria dos títulos impressos fora do Brasil é destinada ao público infantil. São obras de capa dura, com personagens em alto relevo, com quebra-cabeças, com lápis de cor, com sons, formas e texturas distintas. O proprietário da editora Pradense, de Porto Alegre, Ricardo Fonini, acredita que o mercado editorial do país está em ascensão, e buscar outras gráficas para imprimir os livros é uma maneira para manter o preço acessível à população. “Fazemos mais livros no Brasil do que em toda a América Latina”, lembra Fonini.

 

Saiba mais

DSC_1841Não há grande diferença de valores de livros impressos em gráficas brasileiras e em estrangeiras. Em duas obras semelhantes, porém de editoras distintas e impressas uma no Brasil e outra na China, apresentaram o mesmo valor para compra.

Conforme o panorama do mercado editorial do país, fornecido pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), em 1990 foram publicados 22.479 títulos, resultando em um faturamento de R$ 901.503.687,00. Já no ano de 2012, foram impressos 57.473 títulos, que resultou em um faturamento de R$ 4.984.612.881,04.

 

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Fotos: Daiana Carpes

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Último dia de Feira

Neste domingo, 15, acontece o último dia da 26ª edição da Feira do Livro. As bancas já estão abertas desde a manhã e irão funcionar até as 18h30min. Durante a tarde de hoje, acontecerá o lançamento de livros no Palco Principal. Outras atividades como Hora do Conto, o espetáculo teatral O teatro de caixa, além da apresentação da Orquestra da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) e músicos convidados encerram a programação desta edição.

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Equipamentos já podem ser vistos na praça

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Palco principal já está sendo preparado

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O palco principal receberá músicos e a Orquestra da Unisc

Fotos: Frederico Silva

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